Avanço certificado, não horas consumidas
Boa parte do trabalho de engenharia é cobrada por avanço certificado e não por tempo, e isso muda o que tem de ser medido. As horas consumidas descrevem o que se gastou; não dizem nada sobre o que falta, e uma fase que já consumiu oitenta por cento do orçamento não está necessariamente oitenta por cento concluída.
A disciplina que mantém uma fase honesta é uma estimativa quinzenal do esforço restante, feita por quem executa o trabalho e registada ao lado do valor original. Quando os dois divergem repetidamente no mesmo tipo de trabalho, é o modelo de estimativa que está errado e não a equipa, e essa é uma conclusão corrigível e bastante valiosa.
- Esforço restante estimado de quinze em quinze dias, ao lado do original
- Avanço certificado com critério objetivo e aprovador
- Pagamentos por fase ligados a entregáveis identificados
- Rácio entre estimado e real acompanhado por tipo de trabalho