Decidir para que serve um relatório antes de o automatizar
Automatizar um relatório sobre o qual ninguém age produz a mesma inação, mais depressa. Antes de construir seja o que for, vale a pena escrever uma frase por relatório: quem o lê, que decisão apoia e o que essa pessoa faria de diferente se o número se mexesse.
Os relatórios que sobrevivem a essa frase costumam ser uma pequena minoria, e essa é a descoberta útil. A maioria dos relatórios recorrentes existe porque alguém os pediu uma vez, e quem pediu já saiu. Desativá-los liberta a atenção de que os restantes precisam.
- Uma frase: leitor, decisão, ação se o número se mexer
- Relatórios sem dono desativados, não automatizados
- Frequência ajustada à rapidez com que o número pode mudar
- Lista de distribuição revista quando as pessoas mudam de função