Construir um caso que o diretor financeiro aceite
A maioria dos casos de negócio de digitalização é recusada pela mesma razão: os benefícios são apresentados em horas poupadas e os custos em euros gastos, pelo que os dois lados da equação não são comparáveis. As horas poupadas só se tornam dinheiro quando são faturadas a um cliente ou retiradas da folha salarial, e dizer qual dos dois se aplica é o argumento inteiro.
Um caso que sobrevive ao escrutínio separa três tipos de benefício e trata-os de forma diferente: receita que pode ser faturada porque se fechou uma fuga, custo que desaparece mesmo e capacidade libertada que só se torna valor se houver procura para a absorver. O terceiro é real mas nunca deve ser contado pelo valor total.
- Receita recuperada apresentada à parte do tempo libertado
- Capacidade libertada valorizada apenas face a procura real
- Custos incluindo migração, formação e o período em paralelo
- Um responsável identificado por cada benefício, prestando contas depois do arranque